Alguem conhece os TRIGUEROS espanhois de 1500 ??????????????????. - -------------------------------------------------------------------------- ---------- Trigueiros Morgados da Rua da Caldeira Morgados da Torre do Lumiar (Lisboa) Os TRIGUEIROS, segundo os nobiliários, são originários da vila de Trigueros, no antigo Condado de Niebla, entre as cidades espanholas de Huelva e Sevilha. Passou este apelido a Portugal na pessoa de António Trigueiros (n. 1485?), o qual veio no séquito da rainha D. Maria (1482-1517), segunda mulher de D. Manuel I. Apesar de quase todos os tratados genealógicos registarem esta versão da origem dos Trigueiros, vindos para Portugal em 1500, sabemos que alguns deles já estavam neste reino anteriormente à mencionada data. Temos conhecimento de um João Rodrigues Trigueiros, escudeiro do Infante D. Duarte (1391-1438), que militou em Ceuta por volta de Fevereiro de 1425, onde se distinguiu na defesa desta praça contra um violento ataque de mouros, o que lhe valeu ser citado por Gomes Eanes de Azurara na sua «Crónica do Conde Dom Pedro de Meneses». Também conhecemos um Rui Dias Trigueiro(s) , tabelião de Torres Vedras entre 1471 e 1485, o que revela a implantação desta família - ou de famílias com o mesmo apelido -, naquela região, muito antes da chegada de António Trigueiros. Este apelido é toponímico e, segundo parece, não tem nada a ver com o senhorio da dita vila espanhola, mas, apenas, está relacionado com a origem geográfica desta família. A sua dispersão territorial centrou-se, principalmente, nos concelhos de Lisboa, Leiria, Torres Vedras, Sousel, Castelo Branco e Portalegre. Por casamentos, durante os séculos XVI e XVII, ligam-se a outras famílias de origem espanhola, como era o caso dos Caldeirões e dos Henriques. São também conhecidas as suas ligações a diversas famílias das Beiras. Os TRIGUEIROS usam um Brasão de Armas esquarteladas da seguinte forma: o 1.º e o 4.º de verde com cinco espigas de trigo em ouro desfolhadas e postas em sautor; o 2.º e o 3.º de vermelho com uma faixa de prata, como as armas da Casa de Áustria; por timbre tem um trigueirão de sua cor com uma das espigas do escudo no bico. Conhecem-se alguns locais que a toponímia antiga consagrou a esta família. Asim temos, na encosta do castelo de Lisboa, um Largo dos Trigueiros, provavelmente por estes aí terem vivido. Na vila de Fronteira há outro largo com o mesmo nome, o qual terá origem num ramo desta família, que instituiu um morgadio na freguesia do Cano, concelho de Sousel. sabemos ter havido uma rua com este apelido, entretanto desaparecida, em Torres Vedras, onde viveram os descendentes de António Trigueiros. Diversos outros sítios com o mesmo nome, ou dele derivado, ficam aquí omissos, pois, pela falta de provas ou de indícios, parece-nos abusiva qualquer relação com esta família 1. ANTÓNIO TRIGUEIROS (n. 1485?), fidalgo castelhano que passou a Portugal em Outubro de 1500 no séquito da Infanta D. Maria (1482-1517), filha dos Reis Católicos, segunda mulher de D. Manuel I . Segundo alguns genealogistas foi contemplado no testamento feito por D. Maria, em 1516, com 180.000 reais, facto este que não foi possível confirmar numa transcrição do citado testamento . Foi, sucessivamente, escrivão de cozinha e moço de câmara dos reis D. Manuel I, e D. João III , com vencimento de 30.000 reais por ano . Também serviu a mulher deste último rei, a rainha D. Catarina, irmã de D. Leonor, a terceira mulher do rei D. Manuel I. D. João III, por Carta datada do Alvito aos 11-II-1532, chama-lhe "escrivão da cozinha da R.ª minha sobre todas muito amada e prezada mulher" e faz-lhe "mercê do ofício de feitor e provedor dos defuntos e veador das obras da cidade de Ormuz por tempo de tres annos e com cem mil rs d'ordenado em cada hum anno" . Neste cargo de provedor de defuntos, competia-lhe arrolar e administrar provisoriamente os bens dos desaparecidos e falecidos em naufrágios ou em combates. D. Manuel concedeu-lhe, assim como a seus filhos, o foro de Fidalgo da Casa Real e brasão de armas de TRIGUEIROS, do qual se desconhece a data da comcessão. Estabeleceu-se em Torres Vedras por volta de 1560 e aí viveu os últimos anos da sua vida, talvez devido ao facto de ser amigo de D. João de Alarcão , alcaide-mor desta vila. Este último também veio para Portugal no séquito de D. Maria, acompanhando sua mãe D. Elvira Mendonça, já viúva, camareira da dita Raínha. Dos domínios territoriais que possuíu em Tôrres Vedras, três deles ficaram conhecidos: são os casais de Monte Redondo (na freg. do mesmo nome), de A-dos-Cunhados (na dita freguesia) e Vale de Sapato (entre S. Pedro da Cadeira e Bonabal?). Esta vila da Extremadura portuguesa, era muito desenvolvida na época e D. Manuel I tinha por ela muito apreço, pois foi aí que se refugiou em diversa ocasiãos, como em Agosto de 1518, por ocasião da peste de Lisboa, sendo então viúvo de sua segunda mulher. Casou com D. JOANA DE GÓIS (c. 1566) , a qual, já viúva, aparece como madrinha de um baptizado em 7-X-1566 e testemunha de um casamento em 15-II-1575, ambos realizados na freg. da Sé, em Lisboa. Tiveram: 2.. JOÃO TRIGUEIROS (c. 1580), que segue abaixo. 2. VICENTE TRIGUEIROS (f. 1602), natural de Lisboa, falecido a 27-V-1602, na freg. de São Pedro, em Torres Vedras, vila onde viveu e na qual já tinha casa em 1573. Moço da Câmara da Casa Real em 1554, com 604 rs. de moradia por mês , foi procurador por Torres Vedras às Cortes de Tomar, em Abril de 1581, nas quais Filipe II é aclamado rei de Portugal. (esta data não bate certo com o regresso da Índia) A eleição dos procuradores às Cortes recaia sempre nas "pessoas principais das terras, tanto em qualidade como em riqueza", constata-se que, mesmo nos eleitos pelo "Terceiro Estado" vemos "pessoas não só da principal Nobreza das Terras, mas principalíssimos do Reyno" . Serviu muitos anos na Índia, de onde regressou, em 1582, capitaneando a nau São Rafael que trazia a bordo António das Póvoas , cunhado de sua irmã Luísa de Góis Trigueiros, comendador do Ervedal da Beira na Ordem de Cristo (Oliveira do Hospital) e juiz da Alfândega de Diu (1546). Em retribuição dos seus serviços teve uma tença anual de 50.000 réis, que cobrava na Alfândega de Lisboa. Casou com D. CATARINA DO COUTO (c. 1602) , da qual não teve geração. Instituiu por suas universais herdeiras as primas D. Ana de Abreu e D. Maria Cerveira, irmãs do Dr. Gaspar Lamego, filhas de Belchior Lamego e de sua mulher D. Leonor Abreu, como consta no seu testamento lançado nas notas de João Leitão a 3-VI-1602 . 2. D. LUÍSA DE GÓIS TRIGUEIROS (c. 1560), que segue no § 2, n.º 2. 2. (?) SIMÃO TRIGUEIROS, navegador que serviu na Índia. 2. (?) PEDRO TRIGUEIROS (c. 1548) lente de Música na Universidade de Coimbra, por provisão datada de 6-IV-1548, tendo tomado posse a 14 de Maio do mesmo ano . 2. JOÃO TRIGUEIROS (c. 1580), natural de Torres Vedras, navegador que serviu muitos anos na Índia e capitaneou, sucessivamente, as naus São Francisco (1583-1584), São Filipe (1586-1587) e São Cristóvão (1591-1593). Como capitão da nau São Francisco, integrado numa armada de 5 naus e 1 galeão, sob as ordens do capitão-mor António de Melo e Castro, largou o Tejo com destino à Índia em 8-IV-1583. Ao comando da nau São Filipe, fez parte de outra armada que partiu de Lisboa a 11-IV-1586, debaixo do comando do capitão-mor D. Jerónimo Coutinho. Desgarrou-se desta, como tantas vezes sucedia, e chegou isolado a Moçambique, já fora da época de passar à Índia. Foi decidido carregar nos porões da sua nau a valiosa carga que aí se encontrava, proveniente da S. Lourenço que naufragara no regresso da Índia. No ano seguinte (1587), inicia a viagem de retorno que fica registada na história naval, devido a ter combatido, sozinho, uma armada de nove barcos inimigos, comandados pelo famoso corsário inglês Francis Drake (1540?-1596). Avistado e cercado ao largo dos Açores, apesar de à partida saber que seria vencido devido à grande desigualdade de meios, ofereceu, com a artilharia de que dispunha, uma tenaz resistência. Esta não evitou, ao fim de algumas horas de combate, com vários mortos e feridos, a tomada e o saque das riquesas transportadas pela nau São Filipe, que renderam em Londres 108.049 libras . A galhardia com que se bateu, juntamente com toda a tripulação, levou Drake a tratá-lo com alguma dignidade, cedendo-lhe um patacho para chegar a Lisboa. «Tendo deixado Plymouth a 12 de Abril de 1587, Drake dirigiu-se para a costa portuguesa, provavelmente na intenção de fazer presas nas imediações de Lisboa e do cabo de S. Vicente e em Junho ir para os Açores esperar os navios vindos das Américas e das Índias. (.) Em finais de Junho, tomou o rumo dos Açores. A nau São Filipe, de que era capitão João Trigueiros, fizera parte da armada da Índia de 1586. (.) Tendo saído de Moçambique em finais de Dezembro, só em princípios de Julho do ano seguinte conseguiu esta alcançar os Açores. Certa manhã, encontrando-se um pouco a norte da ilha de S. Miguel, foram avistadas no horizonte nove velas que, de imediato, a começaram a perseguir. Tratava-se, nada mais nada menos, do que o grosso da armada de Drake que acabava de chegar aos Açores e a quem a Fortuna oferecia de mão beijada uma nau que vinha antes do tempo, sozinha e carregada de riquezas! Apesar da desproporção das forças, João Trigueiros mandou ocupar os postos de combate e preparou-se animosamente para fazer frente aos inimigos que, a breve trecho, reconheceu serem ingleses, conforme, de resto já devia suspeitar. Dispondo de navios mais ligeiros, foram-se aqueles chegando até ao alcance de tiro e, perante a recusa da nossa nau em amainar, abriram fogo. Várias horas deverá ter durado o duelo de artilharia com evidente superioridade dos ingleses, tanto pelo número e pela qualidade das peças de que dispunha como também pela perícia com que as usavam. A nau portuguesa ficou com o aparelho destroçado e sofreu vários mortos e feridos. Entre os mortos figurava o mestre, o que teve consequências funestas, porque desmoralizou os marinheiros, passando a manobra da nau a fazer-se de uma forma errática. Quanto ás baixas e aos estragos que os navios de Drake possam ter sofrido, nada se sabe. Por fim, vendo João Trigueiros o seu navio praticamente paralisado e que os ingleses não se dispunham a abordá-lo, antes continuavam a bombardeá-lo incessantemente, provocando-lhe cada vez mais estragos e baixas, entendeu que nada mais havia a fazer e decidiu render-se. Em resultado da galhardia com que os portugueses se haviam batido, apesar de à partida saberem que seriam vencidos, Drake tratou-os bem e cedeu-lhes mesmo um patacho em que pudessem seguir viagem para Lisboa. De posse da São Filipe, resolveu aquele, prudentemente, dar por findo o cruzeiro aos Açores e regressar sem mais delongas a Inglaterra. (.) A chegada da São Filipe a Plymouth encheu de assombro os Ingleses, não só pelo valor da carga que transportava mas também pelas suas dimensões e pela excelência da sua construção. Para cúmulo da satisfação dos captores, haviam sido encontradas a bordo da nau portuguesa documentos onde eram descritos em pormenor os complicados mecanismos do nosso comércio no Oriente. Terá sido da sua leitura que terá nascido na mente dos comerciantes ingleses a ideia de também mandarem lá navios, o que viria a acontecer alguns anos mais tarde.» Alguns anos depois, capitaneando a nau São Cristóvão, juntou-se a mais outra armada de 5 naus e 1 galeão, que demandaram a Índia em 4-IV-1591, tendo por capitão-mor Fernão de Mendonça Furtado. A viagem de retorno foi iniciada em 17-VII-1592. Casou com D. BRITES VAZ CALDEIRA, uma dos quinze filhos de Manuel Caldeirão , e de sua mulher e sobrinha D. Guiomar Caldeirão, cunhada de Luís Mendes de Vasconcelos, da família do Morgado do Esporão. Seu sogro, Manuel Caldeirão, era Tesoureiro-mor dos Almoxarifados do reino, feitor de D. João III, Cavaleiro da Ordem de Cristo (1565), Fidalgo da Casa Real (1589), "cujo foro lhe deu o Rey Felipe 2.º por elle se obrigar a por correntes todos os annos cinco naos p.ª a india dando-lhe 40 mil cruzados . e 16 m. cada anno", e Morgado da Caldeira , vínculo que instituiu com algumas casas nobres que possuía na Rua da Caldeira, freg. de Santa Catarina, em Lisboa . Tiveram : 3. MIGUEL TRIGUEIROS (c. 1640), casado com D. CLARA GONDIM DA SILVEIRA, de Ponta Delgada, Ilha de S. Miguel , s. m. n. 3. D. MARIA TRIGUEIROS (c. 1636), que segue. 3. D. ANTÓNIA TRIGUEIROS (c. 1640), s. m. n. 3. LOPO TRIGUEIROS (c. 1626), casado com ANTÓNIA DE ABREU. Em 1604 morava na Macheia, junto à freg. de Matacães, no concelho de Torres Vedras, e em 1626, efectua a venda de uma terra de pão, na Marinha, junto ao Varatojo. 3. D. MARIA TRIGUEIROS (c. 1636). Casou com seu primo TRISTÃO VAZ DA VEIGA CABRAL , 2.º Senhor do Morgado da Torre do Lumiar, em Lisboa, capitão de uma das companhias de Ordenanças da capital, filho de Jerónimo da Veiga Cabral, 1.º Senhor do Morgado da Torre do Lumiar, e de sua segunda mulher D. Leonor Caldeirão ; pelo lado paterno, 5.º neto de João Gonçalves Zarco , o descobridor da Madeira, e 4.º neto de Diogo Cabral "o Velho" , da casa dos senhores de Azurara, e dos alcaides da Guarda e de Belmonte. Seu marido destinguiu-se pela bravura e inteligência de estratega no comando de uma nau formou uma pequena armada durante o cerco que o sultão do Achém, com 7.000 homens e 95 velas, fez a Malaca em 1573. Devido ao seu heroísmo, os sitiados portugueses, em virtude do falecimento de D. Francisco de Meneses acabaram por lhe confiar, nessa mesma altura, o comando da citada fortaleza, repelindo no ano seguinte um ataque do sultão de Japara com 15.000 homens . Porém, em Agosto de 1580, durante a invasão do Duque de Alba, ao serviço de Filipe II de Espanha, e estando ao comando da fortaleza de São Julião junto a Lisboa, fiel ao Prior do Crato, entrega-se sem disparar um único tiro . Deve-se enquadrar este comportamento, comum à quase totalidade da nobreza portuguesa que vivia desmoralizada e aruruinada pela derrota de Alcácer-Quibir e pelo resgate dos familiares cativos. Grande parte das classes proeminentes em Portugal, preferiu apoiar a candidatura de Filipe II ao trono de Portugal, do que embarcar em novas e prelongadas aventuras militares com uma das maiores potências de então. Tiveram: 4. D. BRITES DA VEIGA CABRAL, que segue. 4. D. CATARINA, s. m. n. 4. D. BRITES DA VEIGA CABRAL, casada com LUÍS DE BARROS HENRIQUES , fidalgo da Casa Real, filho de Francisco Lopes de Barros, Provedor das Valas, e de D. Luísa Henriques. Tiveram: 5. FRANCISCO LOPES DA VEIGA BERMUDES, que segue. 5. FRANCISCO LOPES DA VEIGA BERMUDES , Fidalgo da Casa Real, Senhor do Morgado da Torre do Lumiar. Casou com D. ANTÓNIA FRANCISCA XAVIER DE SOUSA COUTINHO, filha de Nuno de Sousa Coutinho de Mariz , fidalgo da Casa Real, e de sua mulher D. Maria de Lima e Sousa. Tiveram: 6. LUÍS JOSÉ DA VEIGA BERMUDES DE MARIZ COUTINHO, que segue. 6. LUÍS JOSÉ DA VEIGA BERMUDES DE MARIZ COUTINHO, Fidalgo da Casa Real, Senhor do Morgado da Torre do Lumiar. Casou com D. JOANA INÊS DE CASTELO BRANCO E MELO, filha de António Luís de Madureira Parada, Fidalgo da Casa Real, Cavaleiro da Ordem de Cristo, governador de Chaves, coronel do Regimento de Dragões de Beja em 1733, sargento-mor de Batalha, e governador das armas do Alentejo, e de sua mulher D. Margarida Gerarda da Cunha Mourão e Lemos, de Setúbal. Tiveram: 7. D. MARGARIDA RITA DE SOUSA, que segue. 7. D. MARGARIDA RITA DE SOUSA, Senhora do Morgado da Torre do Lumiar, falecida sem geração. O citado morgado passou, em 1810, ao seu primo João Osório da Veiga Cabral, Senhor do Morgados dos Caldeirões de Lisboa, dos Osório de Castro de Moncorvo, e dos Sousa Rebelo de Vidigal; filho de José Maria da Veiga Caldeirão Barbosa Lobo Cabral, 9.º Senhor do Morgado do Souto de Penedono, 8.º Senhor do Morgado de Ferreirim, e 9.º Senhor do Morgado do Prazo de Paúlos. Do casamento de João Osório da Veiga Cabral com D. Francisca Maria Xavier de Sousa de Mesquita e Castro, não houve geração. Passou a representação da casa para sua irmã D. Maria Joaquina de Barbosa da Veiga Cabral e Castro (1744-1796), casada com Miguel Carlos Cardoso de Morais Colmieiro Teles e Távora (1745-1793), Fidalgo da Casa Real, Sr. do Morgado de S. Vicente de Vinhais e de S. Francisco Xavier de Bragança. Destes nasceu José Osório Colmieiro de Morais da Veiga Cabral Caldeirão (n. 1765), 1.º Barão de Paúlos, do qual é 4.º neto Francisco Manuel Pereira Colmieiro da Silveira, 3.º Marquês de Chaves, 3.º Conde de Amarante, representante do barão de Paúlos. Resposta a [email protected]